IGA x RBAC x PAM x IAM x SaaS Management

Guia Completo sobre Gestão de Acessos

Entenda o que é e qual a diferença entre IGA, RBAC, PAM, IAM e SaaS Management.


Quando falamos sobre gestão de acessos, vários termos vêm à mente: IGA (Gestão de Identidade e Acesso), RBAC (Controle de Acesso Baseado em Função), PAM (Gestão de Acessos Privilegiados), IAM (Governança e Administração de Identidades) e SaaS Management.

Esses conceitos têm um papel importante nos controles de acesso no ambiente corporativo. Entretanto, ainda pode ser bastante confuso entender o que é cada um e quais as suas diferenças.

Nesse artigo, vamos esclarecer a função de cada um e mostrar como se complementam na construção de uma estrutura segura e eficiente de gestão de acessos.

O que é IAM?

O IAM (Identity and Access Management, ou Gestão de Identidade e Acesso) é um conceito mais amplo, que reúne todos os processos, tecnologias e políticas usadas para gerenciar identidades e seus acessos.

Seu objetivo é garantir que cada usuário consiga acessar apenas os recursos de que precisa.

Preparamos uma analogia para ajudar você a entender melhor: o IAM é como se fosse o porteiro de um prédio. Ele decide quem pode entrar, quem tem a chave, e em quais horários cada pessoa pode acessar o prédio. Ele gerencia as entradas e saídas, garantindo que só pessoas autorizadas entrem.

O que é IGA?

Já o IGA (Identity Governance and Administration, ou Governança e Administração de Identidades) tem um foco mais voltado para compliance e governança.

Seu objetivo é aumentar a visibilidade e o controle, além de auditar, revisar e garantir que os acessos estão alinhados com as políticas da empresa.

Na nossa analogia, o IGA é como o síndico do prédio. Ele não só se preocupa com quem está entrando e saindo, mas também verifica quem deve ter acesso, quem precisa entregar a chave, quem mudou de apartamento e se as regras do prédio estão sendo cumpridas.

O IGA vai além de só abrir e fechar a porta, ele governa e monitora todo o acesso para garantir que está tudo certo.

O que é RBAC?

No RBAC (Role-Based Access Control, ou Controle de Acesso Baseado em Função), os acessos são distribuídos conforme o cargo de cada usuário. Ou seja, ele recebe apenas os acessos necessários para realizar suas funções.

Isso reduz os erros humanos e aumenta a eficiência da gestão de acessos.

Ainda no exemplo do prédio, é como se cada morador recebesse uma chave para acessar apenas as áreas que irá utilizar. Por exemplo: a piscina fica fechada e, apenas se/quando precisar usar, o morador solicita acesso ao porteiro e pega a chave.

O que é PAM?

Ainda na analogia do prédio, PAM é como a lista de acessos restritos que o porteiro (IAM) precisa ter uma atenção especial. Ele controla quem tem acesso privilegiado a áreas mais sensíveis do prédio, garantindo que ninguém entre onde não deve.

O que é SaaS Management?

Por fim, o SaaS Management foca na visibilidade e gestão dos softwares as a service utilizados na organização, além de conter ferramentas importantes da gestão de acessos, como histórico de acessos dos usuários, histórico de permissões, e onboarding e offboarding de funcionários.

E, na nossa analogia, onde ele entra? O SaaS Management é como as câmeras de segurança. Acompanha tudo, identifica acessos estranhos, mostra quem entrou e saiu, e dá uma visão clara do que está acontecendo. Na tabela abaixo, deixamos um resumo com as principais diferenças de cada um para você entender:

IAM, IGA, RBAC, PAM e SaaS Management: Qual a Diferença?

Como controlar e auditar acessos de usuários em aplicações SaaS?

Agora que você já entendeu a diferença entre IAM, IGA, RBAC, PAM e SaaS Management, vamos falar sobre o controle e auditoria de acessos em softwares.

Esse processo é fundamental, uma vez que contribui para aumentar os níveis de segurança, além de aumentar os níveis de conformidade.

Algumas boas práticas para controlar e auditar acessos de usuários em aplicações SaaS incluem:

  • Utilizar IAM para centralizar a autenticação, com SSO (Single Sign-On) ou MFA (autenticação multifator).
  • Usar plataforma de SaaS Management para aumentar a visibilidade e controle sobre os softwares.
  • Ter uma política de offboarding bem estruturada, de preferência automatizada, para remover funcionários desligados.
  • Executar auditoria, verificando os históricos de acessos e permissões de forma contínua.
  • Revisar as políticas de gerenciamento de acesso periodicamente.

Quais práticas de IAM devem ser aplicadas para fornecedores SaaS?

Além disso, ao contratar uma nova plataforma SaaS, algumas boas práticas de IAM contribuem para aumentar os níveis de segurança da aplicação, como:

  • Integrar o software a um provedor de IAM.
  • Implementar autenticação multifator para todas as contas.
  • Implementar RBAC diretamente no SaaS.
  • Monitorar os acessos de forma contínua, realizando auditorias periódicas.

Quais riscos existem em gerenciar identidades de forma separada em cada SaaS?

Gerenciar as identidades de forma separada em cada SaaS traz diversos riscos para a organização, como:

  • ShadowIT (implementação de softwares sem o conhecimento e aprovação do TI).
  • Falta de visibilidade e controle sobre os usuários e seus acessos.
  • Usuários com permissões desnecessárias e ex-funcionários que não foram desconectados após a demissão.
  • Dificuldade para realizar auditorias e falta de adequação com normas.
  • Aumento da carga de trabalho para o TI, potencializando as chances de erros humanos.

Portanto, podemos concluir que utilizar técnicas ligadas a IAM, IGA, RBAC, PAM e SaaS Management é essencial para a construção de uma estrutura segura e eficiente de gestão de acessos, principalmente com o aumento da dependência das empresas com SaaS.

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